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Respeitável público: na próxima sexta, 6 de agosto, é o último dia para ver o espetáculo Balbúrdia, no Youtube, às 20h.

Veja Prot{Ago}nistas, o documentário, no sábado 17/7, no CCJ Cachoeirinha e domingo, 18/7, no CCJ Jabaquara, às 19 h.

Últimas apresentações do documentário

Estar Vivo e Nossa Maior Resistência

Criado para o encerramento do Festival Internacional de Circo (FIC 2019) e apresentado no Theatro Municipal e São Paulo, o espetáculo Prot{agô}nistas reúne 25 artistas pretos da música, teatro, circo e dança com o objetivo de trazer para a cena a contemporaneidade desses diferentes pensamentos artísticos, estéticos e políticos. A peça circense-musical, criada como uma celebração à produção negra paulistana, circulou em alguns espaços de São Paulo, como o Sesc Pompeia e Galeria Olido, antes de ser interrompida devido à pandemia do novo coronavírus. O documentário ressalta a potência da produção artística preta da cidade.

As cenas da obra se misturam aos depoimentos de artistas que integraram o elenco do espetáculo. A edição destaca os desafios e problemas sociais graves a que a população preta ainda está exposta, como a solidão, o genocídio e sobre um levante de uma nova perspectiva de futuro e a articulação conjunta, a organização e o aquilombamento em tempos tão difíceis.

Documentário artístico “Estar Vivo é Nossa Maior Resistência”

Duração: 40 minutos | Livre
Apresentações remotas e gratuitas

Dia 17/07, sábado, às 19h -CCJ Cachoeirinha

Dia 18/07, domingo, às 19h – CCN Jabaquara

{ F I C H A   T É C N I C A }

CONCEPÇÃO E DIREÇÃO: Ricardo Rodrigues

Direção Núcleo Dança: Washington Gabriel

Direção Núcleo Banda: Renato Ribeiro

Direção Núcleo Circo: Ricardo Rodrigues

{CIRCENSES}

Fafá Coelho                Trapézio
Guilherme Awazu       Perna de Pau
Helder Vilela               Faixa
Maíza Menezes                      Malabares
Renato Ribeiro                       Palhaço
Robert Gomez                        Palhaço
Tatilene Santos                       Tecido
Wilson Guilherme       Faixa
Zanza Santos               Contorção

{DANÇARINOS}

Washington Gabriel
Danilo Nonato
Diego Henrique
Monique Costa
Pamela Ammy
Rafael Oliveira
Silvana de Jesus
Verônica Santos

{MÚSICOS}

Tô Bernado                 Arranjos Trombone e Djembê
Eric Oliveira                Voz e Palhaço
Jaqueline da Silva       Voz e Pandeiro
Lilian Telles                 Voz e Acordeon
Mariana Per                Voz e Flauta
Melvin Santhana        Voz e Guitarra
Pitee Batelares                       Bateria
Vinicius Ramos                       Voz, Trompete e Baixo

{COMPOSIÇÔES}

Kenny Songs               Tô Bernado
Prot{agô}nistas                       Vinicius Ramos
Oh Vó                          Mariana Per
Neguinha Sim             Renato Gama
Encruza                                   Tô Bernado
Nascimento                Melvin Santhana
Ventania                     Tô Bernado
Preta Massa                Jaqueline da Silva
Noite Linda Negra      Eric Oliveira
Dos Róla                     Dica L.Marx

FIGURINOS:                            Mariana Per
ASSISTÊNCIA DE FIGURINOS: Agatha Per, Ojire Ventura, Pamela Ammy
FIGURINO PERNALTA:            Marian del Castillo
FIGURINO YANSÃ:                  Patrícia Ashanti
JÓIAS:                                     Ojire Art


ILUMINAÇÃO                                      Danielle Meireles
SONORIZAÇÂO                                               Allyne Cassini e Marcos Silva
COORDENAÇÃO DE PALCO:               Hilton Esteves
COMUNICAÇÂO e MÍDIAS DIGITAIS  Mariana Per
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO                   Ricardo Rodrigues
REALIZAÇÃO                                       Coletivo Prot{agô}nistas

{Ficha Técnica Fomento}
Documentário Artístico Prot{agô}nistas: Estar Vivo é Nossa Maior Resistência

Direção – Ricardo Rodrigues
Roteiro – Cassandra Mello e Ricardo Rodrigues

Produção Audiovisual

Câmera                                   Cassandra Mello       
Câmera e Droni                      Paulo Pereira             
Som Direto                 Alexandre Turina       
Imagens extras                       Cassandra Melo, Lucio Teles, Maria Lia e Noelia Nájera
Direção de  Dos Rola  Vinicius Ramos
Edição e Finalização   Cassandra Melo

Produção das Locações          Mariana Per, Renato Ribeiro, Washington Gabriel e Ricardo Rodrigues

Rubra em Família está na TV Rá Tim Bum, de segunda a sexta às 13h45 e 19h40. E sábados e domingos, às 13h45. Não percam!

São 10 episódios de 10 minutos com tutoriais criativos para a família instaurar um parquinho de diversões de Alta Tecnologia Humana em casa. E o programa informa que as crianças vão escrever um livro, compor uma música, criar o Chapéu Entrevistador, fazer uma coreografia e um come-come com estímulos de improviso e muito mais. De segunda a sexta às 13h45 e 19h40 e aos sábados e domingos, às 13h45.

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FeNapi – Festival Nacional de Arte para Infância – reúne circo, teatro, dança, música e artes visuais, é online e gratuito, informa o Tempo. O Festival vai até o dia 27/6 e exibe nove espetáculos de grupos de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco

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Espetáculo ‘Zapato Busca Sapato’, da Trupe de Truões, de Uberlândia, está na programação da 2ª edição do FeNAPI

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Pela primeira vez em formato totalmente online, a segunda edição da FeNAPI – Arte entre Infâncias, realizada pela Insensata Cia. de Teatro, mostra até o próximo dia 27, nove criações de quatro estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais. “Além da realização em ambiente virtual, outra novidade é que, agora, além das artes da cena (teatro, dança, circo e performance), o público vai assistir a apresentações nas áreas de artes visuais e música. Toda programação será transmitida ao vivo, gratuitamente, no canal do Youtube da Insensata Cia de Teatro. O FeNAPI – Arte entre Infâncias foi viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc. 

Cumpre dizer que os nove espetáculos selecionados passaram por uma curadoria composta por Brenda Campos, Keu Freire e Carol Fescina. O cuidado com a experiência estética, a diversidade da programação baseada na multiplicidade das infâncias, o protagonismo da criança, representatividades, diversidade de linguagens, as potências artísticas e suas possíveis relações com o contexto de pandemia e isolamento social foram alguns dos critérios de escolha. Vale dizer que a iniciativa recebeu quase 400 inscrições, ou seja, foi um trabalho hercúleo. “Uma curadoria dessas é um mundo inteiro de possibilidades que se abre diante de nós! Imagina o que é analisar 377 trabalhos de todo o território nacional? Essa seleção é apenas UM recorte possível, que levou em conta a diversidade das infâncias, o protagonismo da criança, representatividades, diversidade de linguagens e, claro, o momento pandêmico e a realização remota dessa segunda edição do festival, além de muitas outras variáveis!”, diz Brenda Campos, lamentando o que ficou de fora. “Tanta coisa, mas tanta coisa linda ficou de fora, que já quero mais dez FeNAPIS para abraçar todas elas”, entusiasma-se.

A segunda edição do FeNAPI apresenta três obras nacionais: “Birita Procura-se”, do Grupo A Casa das Lagartixas, de São José dos Campos (SP), “A Menina Com um Buraco na Mão”, de Alice Cruz e Sergio Kauffmann, do Rio de Janeiro, e “Na Pisada do Coco Com as Crianças”, do Grupo Samba de Coco Eremin, de Arcoverde (PE). Da cena de Belo Horizonte, o festival conta com os espetáculos “Sarau Musical”, do Grupo Maria Cutia, “Quem É Você?”, da companhia de teatro Toda Deseo, e “Espetáculo Da Minha Tela Eu Vejo: Atos Performativos com Crianças”, com Charles Valadares e Raysner de Paula. Já do interior de Minas Gerais, a programação exibe “Nossa Primeira Casa”, da Cia Benedita na estrada, de Caldas, “Remix Shake”, do Coletivo Aberto, de Ipatinga, e “Zapato Busca Sapato”, da Trupe de Truões, de Uberlândia.”

“A programação do FeNAPI – Arte entre Infâncias também prevê três oficinas, o seminário “Teatro para Crianças: Problemáticas e Solúcio-Lunáticas”, com o ator, bonequeiro, contador de histórias e premiado autor de livros para crianças, Henrique Stchin. Destaque também para o “Quintal de Infâncias”, um bate-papo entre especialistas de diversas linguagens, artistas e público presente, além da produção de textos reflexivos sobre as obras apresentadas durante o evento.

Confira, a seguir, outras questões respondidas por Brenda Campos
Qual a expectativa da edição online, posto que, mesmo limando o contato face a face, o convívio social, essa alternativa tem, claro, seus prós, ao ampliar o alcance da programação a outros estados, bem como viabilizar a participação de pessoas de outras localidades…
Durante a pandemia, a Insensata Cia de Teatro ampliou significativamente sua rede de contatos com outros artistas e grupos que também pesquisam e criam para o público das infâncias.  Sentimos muito fortemente o poder de difusão dos trabalhos que esse formato pode proporcionar. Além disso, essa curadoria ampliou muito os nossos horizontes, no contato com o que estão propondo os artistas de todo o Brasil nesse contexto adverso. Já diziam os nossos avós que a “necessidade faz o sapo pular”, não é verdade? Muitas possibilidades descortinadas agora seguirão nos acompanhando após a pandemia, certamente. Nessa edição, tivemos a oportunidade de selecionar trabalhos que pensaram cuidadosamente sobre como dialogar com o público a partir da mediação tecnológica. São trabalhos que se dirigem às pessoas que estão atrás das telas, e não nas cadeiras dos teatros, auditórios ou nas galerias de arte. A nossa expectativa é surpreender o espectador, assim como fomos surpreendidos, pelas tantas formas possíveis de interagir remotamente com o público.

Poderia falar de algumas atrações não pelo quesito qualidade, pois sei que seria injusto, mas por uma curiosidade em particular, um propósito etc?

Esse ano o nosso FeNAPI – Festival Nacional de Arte Para as Infâncias – se propôs a dar um passo adiante ao propor como subtítulo “Arte entre infâncias”. Esse ENTRE vem pautar não apenas a arte PARA as infâncias, como também COM as infâncias, percebendo, ainda, as experiências artísticas enquanto espaços para o compartilhamento das diversas infâncias envolvidas. Assim, a busca é por valorizar o protagonismo das crianças envolvidas e as representatividades. Nesse sentido, eu falaria sobre os trabalhos “Na pisada do coco com as crianças”, de Arcoverde (PE), no qual as crianças é que são as artistas, e se apresentarão em uma live na programação do festival. De Belo Horizonte, temos o experimento performativo “Da minha tela eu vejo: Atos performativos com crianças”, no qual os artistas Charles Valadares e Raysner de Paula se propõem a realizar três encontros com as crianças e abrir o quarto encontro para espectadores, em um ato performativo envolvendo as crianças e o público.

A oficina “Desenho, Som e Movimento” também será transmitida ao vivo, configurando-se, de certa forma, num ato performativo que envolve as linguagens da música, artes visuais e dança, que poderá ser apreciada pelo público enquanto as crianças experimentam possibilidades provocadas pelas irmãs Jadde e Yasmin Flores.

Como estão vendo o psicológico das crianças em meio à pandemia? Porque a arte é tão importante neste momento? 
Já parou para pensar no que significa um ano e três meses de isolamento para uma criança de três, quatro, cinco anos? Para algumas crianças, é a metade da vida. Muitas nem têm memória da vida antes da pandemia. Assim como qualquer ser humano que está inserido nesse contexto pandêmico, as crianças estão tendo que conviver com severas restrições e estão compreendendo essa como a única realidade possível nesse momento. A arte, em qualquer contexto, nos ajuda, adultos e crianças, a elaborar as situações complexas da vida. Proporciona momentos de reflexão e de poesia, tornando mais leves ou mais lúcidos os momentos difíceis e ajudando a manter a serenidade para enxergar (ou inventar!) possibilidades de um futuro melhor, apesar das adversidades.

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Escute Papo de Circo, de Cafi Otta, com o artista Ricardo Rodrigues, o último entrevistado da primeira temporada. No episódio ele fala do racismo estrutural e dos bastidores de ProtAGÔnistas.

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Para ouvir Papo de Circo com Ricardo Rodrigues, clique https://bit.ly/34UzQGT

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clique aqui para ler em Panis & Circus sobre a reportagem: ProtAGÔnistas ganha prêmio.  


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