Anote

Escute Papo de Circo, de Cafi Otta, com o artista Ricardo Rodrigues, o último entrevistado da primeira temporada. No episódio ele fala do racismo estrutural e dos bastidores de ProtAGÔnistas.

Para ouvir Papo de Circo com Ricardo Rodrigues, clique https://bit.ly/34UzQGT

E clique aqui para ler em Panis & Circus sobre a reportagem: ProtAGÔnistas ganha prêmio.  

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2º de junho, tem espetáculo Marcelino Pente Fino, no Teatro Procópio Ferreira, às 19h!

A brincadeira e a diversão, fica por conta de Marcelino Pente Fino. Criado e interpretado por Marcelo Lujan (Zanni, Amarillo e La Class Excêntricos), Marcelino Pente Fino é diversão garantida.

Local: Teatro Procópio Ferreira, rua Augusta, 2823 – Cerqueira César

telefone: 11 3083-44 75

Horário: às 19 horas .

Ficha técnica:

Concepção: Marcelo Lujan; Produção e Direção: La Class Excêntricos

link para redes sociais/site: https://www.instagran.com/laclassexcentricos/

Clara Sombra

Clara Sombra é um espetáculo solo que mistura circo, magia e teatro. Traz em sua narrativa aspectos das sombras emocionais da personagem e seus pesadelos. Num tom cômico e dramático o público é convidado a ver suas próprias sombras.

O teatro terá sua capacidade superreduzida. Mas com três máscaras dá para ir ver a arte de perto. Participação técnica de Marcelo Lujan e Maria Druck

Clara Sombra

Local: Teatro Procópio Ferreira, rua Augusta, 2823 – Cerqueira César

telefone: 11 3083-44 75

Horário: às 19 horas .

Circo Zanni traz a magia da arte sob a lona em mostra virtual

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Para manter as estacas em pé em meio ao cenário atual, o Circo Zanni se reinventou. Desde o início de 2020, a companhia vem promovendo novas formas de pensar, criar e apresentar o conteúdo artístico. Assim, com recursos virtuais, manteve a atenção da plateia cativa e alcançou outros públicos. Este novo cenário do fazer circense é o mote da mostra Circo Virtual que será apresentada de 6 a 15 de maio, às 18h, ao vivo, na página oficial da companhia no Facebook.  

“As transmissões serão comandadas por integrantes do Zanni e têm o propósito de apresentar, de forma cronológica, as obras em audiovisual desenvolvidas diante da impossibilidade de estar em contato com o público”, explicou Marcelo Lujan, diretor artístico e musical do Circo Zanni, e um dos fundadores da companhia.

Os programas, com cerca de 35 minutos cada, serão apresentados por duplas ou trios de mestres de cerimônia, a partir do dia 6 de maio:

06/05, panorama geral da mostra e exibição do Número Musical, com Marcelo Lujan e Daniel Pedro;

07/05 – Circo Zanni – Vídeo Espetáculo (parte 1), com Filipe Bregantin e Fernando Sampaio;

08/05 – Circo Zanni – Vídeo Espetáculo (parte 2), com Pablo Nordio e Fernando Paz;

14/05 – Minidocumentário Mulher de Circo, com Maíra Campos, Bel Mucci e Erica Stoppel;

15/05 – Minidocumentário Coletivo Feminino Circo Zanni, com Lu Lima, Bel Mucci e Daniela Rocha- Rosa.

Transmissões ao vivo no Facebook do Circo Zanni: https://www.facebook.com/CIRCOZANNI

Classificação Livre. Horário: 18 horas

A programação integra as ações do Circo Zanni, contemplado em 2020 pela Lei Aldir Blanc (Lei de Emergência Cultural), promovida pelo Governo Federal por meio da Secretaria de Cultura do Município de Cotia.

Número Musical
O Número Musical foi o primeiro conteúdo em audiovisual criado pelo Circo Zanni durante o longo distanciamento social de 2020. No espetáculo, o maestro rege a orquestra à distância na execução da música Dame Asas, clássico do grupo, com número das liras. As imagens individuais filmadas em cromaqui receberam na edição, fundos com toques psicodélicos que compõem um universo fantástico do vídeo clip que permite ao público viver a emoção deste número sob uma nova perspectiva. Feito pelo Circo Zanni, com amor e resiliência.

Vídeo espetáculo – partes 1 e 2
Do acervo do Zanni surgiu o Vídeo Espetáculo. Uma reflexão sobre as novas possibilidades de construção de linguagem. São imagens de produções realizadas ao longo dos 16 anos de trajetória do grupo em espaços como o Memorial da América Latina, Parque do Povo e durante a turnê por Minas Gerais.

Em duas partes, o Vídeo Espetáculo respeita a estrutura clássica das montagens do Circo Zanni, com a presença da banda ao vivo e dos números de variedades que, de modo editado, dinamiza momentos icônicos da história da companhia.

“A linguagem em vídeo nos permitiu trazer a presença de Domingos Montagner e matar um pouco da saudade da energia pulsante que ele traduzia como mestre de cerimônias do Circo Zanni. A edição do Vídeo Espetáculo colocou novamente lado a lado Domingos e Fernando Sampaio, dividindo a abertura do espetáculo e trouxe o clássico número da Monga, com Domingos e Filipe Bregantin”, comentou Erica Stoppel.

Minidocumentários – Mulher de Circo e Coletivo Feminino Circo Zanni
“Os minidocumentários refletem o desejo do Circo Zanni de abordar a sua história por meio de reflexões atuais, dentre elas a igualdade de gênero e a visibilidade feminina como uma pauta urgente.  Com roteiro elaborado por Marina Felipe e edição de Caco Chagas, os conteúdos reúnem imagens de acervo e depoimentos atuais”, disse Márcia Nunes, produtora da trupe.

Mulher de Circo traz uma narrativa sobre as mulheres circenses e o papel das mesmas na arte; Coletivo Feminino Circo Zanni amplia a visão sobre as mulheres do Circo Zanni e os números coletivos femininos, com depoimentos das artistas Erica Stoppel, Maíra Campos, Bel Mucci, Lu Menin, Luciana Lima e Daniela Rocha.

Cena da ‘Monga’, com Domingos Montagner e Fernando Sampaio,
em ‘Vídeo Espetáculo (parte 1)’

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Sobre o Circo Zanni

O Circo Zanni foi criado em 2004 por Bel Mucci, Daniel Pedro, Domingos Montagner, Erica Stoppel, Fernando Sampaio, Luciana Menin, Marcelo Lujan e Pablo Nordio – profissionais com diversas formações artísticas – com o intuito de valorizar o espetáculo circense apresentado sob a lona em centros urbanos. Assim, há 16 anos, o Zanni realiza ações itinerantes e participa de diversos festivais. Em 2019, fixou-se em Cotia/SP como espaço de referência na área circense. 

https://www.circozanni.com/

https://www.facebook.com/CIRCOZANNI

https://www.instagram.com/circozanni/

Ficha técnica

Criação: Circo Zanni

Direção e Roteiro Número Musical: Marcelo Lujan, Daniel Pedro e Filipe Bregantin

Roteiro Minidocumentários: Marina Felipe Ferreira

Pesquisa de Acervo: Márcia Nunes, Erica Stoppel, Tomas Sampio e Marina Felipe Ferreira

Edição Vídeos: Caco Chagas

Direção Artística e Musical: Marcelo Lujan

Direção Técnica: Pablo Nordio

Artistas: Erica Stoppel Bel Mucci Daniel Pedro Daniela Rocha-Rosa Fernando Paz Fernando Sampaio Filipe Bregantim Leo Montagner Luciana Menin Maíra Campos Marcelo Lujan Pablo Nordio Tomás Sampaio

Administração: Norma Tosi Rodrigues

Projeto e Produção: Márcia Nunes


Apoio
: Panis & Circus – o site do circo
Realização:
Circo Zanni, Lei Aldir Blanc, Prefeitura Municipal de Cotia, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

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Sesc apresenta Fernando Sampaio, do Circo Zanni e La Mínima, em Meu Mundo, o picadeiro

POSTADO EM 31/12/2020

Paulo Barbuto
Paulo Barbuto

Graduado em administração de empresas, Fernando Sampaio engavetou o diploma para vestir outra profissão: a de palhaço. À revelia da família, no final da década de 1980, decidiu que seguiria um caminho de encantamento, acrobacias, risos e desafios, do qual aos 55 anos de idade se sente orgulhoso. Desde 1989, fosse nos parques e praças, nas salas de teatro ou no circo, o artista criou e participou de diversos espetáculos com diferentes companhias, como Nau de Ícaros e Pia Fraus. Até que, em 1997, fundou a Cia. La Mínima, ao lado do ator e parceiro Domingos Montagner (1962-2016), com quem também criou o Circo Zanni em 2004. Após meses de fechamento por causa da pandemia, em novembro passado, o circo pôde armar a lona. Foi no Sesc Parque Dom Pedro II que o picadeiro um pouquinho diferente (obedecendo aos protocolos de segurança e saúde) se formou. Entre prêmios recebidos ao longo da carreira e inúmeros alunos formados em oficinas, Fernando Sampaio acredita que o troféu mais importante pelo seu ofício seja abrir sorrisos em adultos e crianças. Respeitável público, neste Encontros, o artista compartilha recordações, fala sobre formação e ensino, diversidade, desafios e peripécias.

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Antes do riso

Quando eu tinha 17 anos, e fazia cursinho, no teste de aptidão vocacional deu: desinteresse generalizado. É que sempre fui uma pessoa muito distante do ensino formal. Quando fui prestar vestibular, entrei, por acaso, no curso de administração de empresas. Tinha um emprego num banco, onde trabalhava como office boy, até que, em 1985, vi UbuFolias PhysicasPataphysicas e Musicaes [do grupo Teatro do Ornitorrinco], um espetáculo no qual o circo era muito forte. Minha história começa aí. A minha primeira impressão era de que o teatro devia ser uma coisa prazerosa. Fui buscar uma escola e encontrei a Recriarte, na Vila Madalena. Fazia o curso de teatro aos sábados por causa do meu emprego. Tinha uma feira em frente à escola e o dono da escola pediu para os alunos saíssem por ela para fazer uma divulgação. Sobrou para mim o figurino de palhaço. Então, minha primeira saída como palhaço também foi por acaso. Na época, me lembro de uma sensação muito boa. Até hoje, passados 35 anos, me sinto bem como palhaço.

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Novos rumos

Na época em que fazia o curso de teatro, vi um folhetinho com o anúncio de uma oficina no Sesc Pompeia. Era de introdução ao clown ou ao palhaço, algo assim, com a Val de Carvalho e o Edson Di Mello, em 1986 ou 1987. Depois da oficina, a Val me falou: “Acho que o circo pode ser uma coisa boa para você. Vá ao Circo Escola Picadeiro e procure o Seu Rogê [Roger Avanzi, conhecido como Palhaço Picolino, 1922-2018]”. Mas para mim era muito difícil, porque em 1987 eu já havia me formado e era analista de assuntos fiscais. Mesmo assim, ficava de olho no Circo Escola e fazia curso de teatro aos sábados. Até que o teatro começou a me interessar muito e resolvi sair do emprego fixo, de segunda a sexta. Inventei uma história e fui trabalhar com meu pai, que era corretor de imóveis. Ele era autônomo e sabia que tinha horários flexíveis. Daí, eu pensei que essa seria uma boa saída para me manter num emprego estável e ter horas vagas para escapar. No escritório, dizia que ia ver um imóvel e escapava para a escola de circo, onde conheci o palhaço Picolino e fiquei doido. Quando conheci a figura do Rogê, foi uma identificação e admiração muito grande pelos palhaços e por todos os artistas de circo. Foi na escola de circo que conheci o Duma [o ator Domingos Montagner], meu parceiro. Até que num determinado momento, não dava mais para fazer qualquer outra coisa que não fosse me dedicar totalmente ao circo. Foi uma briga em casa, mas eu entrei de cabeça.

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APRENDI QUE PALHAÇO BOM É UM PALHAÇO

COM MUITAS VIRTUDES – E AS GRANDES ESCOLAS NÃO SÓ FORMAM

O ARTISTA DE CIRCO, MAS GRANDES ARTISTAS

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Chapéu na mão

Eu já tinha um trailer, que estacionei no Circo Escola, onde fiquei morando um tempo. Com Domingos, comecei a fazer apresentações na rua muito rápido, acho que já em 1989. Íamos para parques da cidade de São Paulo passando o chapéu. Depois, acho que meus primeiros trabalhos no Sesc São Paulo começaram em 1990, no Sesc Bertioga. Na época, eu trabalhava com a Banda Palhaçal e com outro grupo chamado Circo e Companhia. Além disso, a dupla com o Domingos foi crescendo. Ele era da Pia Fraus e eu montei uma companhia, a Nau de Ícaros, onde fiquei até 1995. Mas ainda éramos Domingos e eu, a dupla, porque a gente sempre escapava para se apresentar juntos em parques. Até que, em 1997, a gente montou o primeiro espetáculo: LaMínima Cia. de Ballet. Eu trabalhava eventualmente com a Pia Fraus, com a qual participei de uma produção no Sesc Consolação em 1999, o espetáculo Navegadores. Em 2000, Domingos saiu da Pia Fraus e, a partir de 2001, a gente passou a focar toda nossa agenda no grupo La Mínima. Em 2001, montamos À La Carte, primeiro espetáculo de sala de teatro. E, assim, nestes 22 anos do La Mínima, montamos 16 espetáculos. Estamos continuamente em processo de montagem.

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Nasce o circo

Paralelamente ao La Mínima, Domingos e eu montamos o Circo Zanni em 2004, fruto de um momento especial do circo em São Paulo. Acho que em 2001 ou 2002, houve um movimento para que tivéssemos um galpão em comum que foi a Central do Circo. Uma grande parte da classe se juntou, fazíamos uma vaquinha e alugávamos um galpão em Cotia. Então, a gente tinha essa associação que se transferiu para São Paulo em 2002, depois que ganhamos do município um projeto de fomento ao teatro. Alugamos um galpão incrível que foi um marco na cidade para a classe. Dentro dessa associação, convivendo, a gente juntou uma turma de amigos e resolveu fazer uma experiência: alugar uma lona e levá-la ao município de Boiçucanga para que tivéssemos essa experiência de circo. Em janeiro de 2004, alugamos uma lona pequena e começa aí, de uma experiência na praia, o Circo Zanni. O resultado foi incrível. O circo lotava e a gente acreditou na nossa junção. Tanto que estamos juntos, grande parte desse grupo, há 16 anos. O Circo Zanni é uma paixão especial. Também levo o La Mínima até hoje. Nesse momento, estamos montando um espetáculo, interrompemos por causa do coronavírus, mas fizemos ensaios por Zoom, pesquisas pela internet. De alguma maneira nos encontrando virtualmente, nos mantivemos na ativa, e, quando foi possível, presencialmente, de máscara. O circo é transformador. Tenho 55 anos e quero daqui para os meus 80 anos ser palhaço de circo.

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Ensino e formação

Entre as coisas que são muito importantes no circo e que percebi no meu aprendizado é que os grandes palhaços são artistas completos. O próprio Grock [palhaço suíço, 1880-1959] era um músico espetacular e um ator extraordinário. Na tradição do circo, exigia-se que os artistas estudassem música, dança, acrobacia, teatro, magia cômica e que soubessem lidar com bichos até onde essa prática foi permitida [no Brasil, 11 estados proíbem a presença de animais em números de circo desde 2018]. Na Europa, escolas de circo da Bélgica e da França, por exemplo, existem desde os anos 1940 e 1950; na Rússia e na China essas escolas surgiram bem antes. E, nessas escolas europeias, além de se especializar numa técnica circense, você se forma após tocar um instrumento e ter feito uma peça de teatro. São escolas muito exigentes. Aprendi que palhaço bom é um palhaço com muitas virtudes – e as grandes escolas não só formam o artista de circo, mas grandes artistas. Sempre falo que não gosto muito de trabalhar como professor. Gosto muito mais de exercer a função de ensaiador, porque não aprendi a dar aulas de circo, minha experiência foi na prática. Você só vai aprender um número de trapézio depois de muitos calos na mão, e, se for no tecido, depois de muitos exercícios de fortalecimento. Como na música: ninguém se torna muito bom se não dedicar muitas horas à prática de um instrumento.

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Para todes

O ponto de partida para atender a curadoria do Festival Internacional de Circo de São Paulo (FIC) [realizado em dezembro passado] é a diversidade. Acho que ninguém hoje em dia pode fazer um festival ou evento sem cuidar dessa questão. Outra coisa: das poucas oficinas de palhaçaria e comicidade física que realizo, posso dizer que, de 15 anos para cá, o número de inscrições de mulheres é sempre maior em relação ao de homens. Então, o mercado de palhaças, palhaços e palhaces em São Paulo é bem dividido. Hoje o preconceito contra a palhaça me parece superado. As mulheres são maioria no mercado de circo e nas escolas de circo.

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Próximo ato

Chama a atenção o fato de grupos como o La Mínima, Os Parlapatões, Le Plat Du Jour e Pia Fraus, por exemplo, mesmo com 30 anos de história, serem dependentes de editais públicos ou de contratações. Mesmo sendo grupos independentes, há certa independência que ainda não alcançamos: a independência de viver da bilheteria. Isso é uma questão que chamaria, por parte das companhias de circo, mal resolvida. Quando começamos, em 1991, eu já ia para parques, e a gente viveu durante um bom momento de passar o chapéu, depois, saímos um pouco da rua para o segmento do teatro e das contratações e isso de alguma maneira nos deu uma dependência. Não temos, infelizmente, uma autonomia de viver da venda de ingresso. E ainda não sei como podemos resolver essa questão.

Fernando Sampaio esteve presente na reunião virtual do Conselho Editorial da Revista E no dia 20 de novembro de 2020

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Respeitável público, o maior espetáculo da Terra é on-line. Veja as dicas do Globo

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27/03/2021 – 05:00

Dia do Circo inspira seleção de filmes no streaming sobre o tema, de comédia dos Trapalhões a musical e clássico de Federico Fellini.

Ricardo Ferreira

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‘Bye Bye Brasil’

road trip tupiniquim de Cacá Diegues (1979) é considerada um dos filmes mais emblemáticos do cinema nacional. Um grupo de artistas mambembes cruza a Transamazônica em direção a Altamira (PA), apresentando-se durante o trajeto. Betty Faria, José Wilker e Fábio Junior estão no elenco do longa, que é embalado por trilha sonora com música-tema de Chico Buarque e Roberto Menescal, e canções de Genival Lacerda, Dominguinhos e Ari Barroso. (Globoplay e Now).

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‘Os Saltimbancos Trapalhões’

Apontado por alguns como o melhor filme do quarteto, a comédia (1981) dirigida por J. B. Tanko é baseada na peça “Os Saltimbancos”, adaptação de Chico Buarque para “Os músicos de Bremem”, dos Irmãos Grimm. Na história, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias são empregados humildes de um circo, mas, claro, fazem tantas trapalhadas que acabam virando atração principal da trupe. (Now)

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‘O palhaço’

Paulo José e Selton Mello vivem pai e filho, dois palhaços de circo, neste longa ambientado nos anos 1970. A trama se desenvolve quando Benjamim, personagem de Selton (que também é diretor e corroteirista do longa, de 2011), decide abandonar o ofício para arrumar um emprego na cidade. (Globoplay).

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Do palco à tela. Criado para o Balé Teatro Guaíra, com roteiro de Naum Alves de Souza, “O grande Circo Místico” ganhou versão no cinema de Cacá Diegues.

‘O Grande Circo Místico’

Inspirado em um poema de Jorge de Lima (1893-1953) e levado aos palcos em forma de musical em 1983, o filme (2018) de Cacá Diegues gira em torno dos Knieps, uma família que está na quinta geração no mundo mágico — e místico — do circo. Assim como na versão teatral, Chico Buarque e Edu Lobo assinam a trilha sonora. (Now)

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‘Dumbo’

Na onda dos remakes em live-action de suas animações clássicas, a Disney confiou a Tim Burton a direção do longa (2019) sobre o elefantinho que era alvo de piadas no circo por ter as orelhas muito grandes e que depois descobre que, graça a elas, consegue voar. Nesta versão do desenho de 1941, o elenco reúne Michael Keaton, Danny DeVitto, Colin Farrel, Eva Green e Alan Arkin. (Disney+).

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‘Água para elefante’

Baseado no livro homônimo de Sara Gruen, o filme (2011)se passa durante a crise de 1929, nos EUA, quando o veterinário Jacob Jankowski (Robert Pattinson) acaba se integrando à equipe do circo de August (Cristopher Waltz) e se apaixonando pela mulher do chefe, Marlena (Reese Whiterspoon), que apresenta um número com elefantes. (Google Play)

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‘Peixe Grande e suas histórias maravilhosas’

Com assinatura de Tim Burton, o longa com Ewan McGregor, Albert Finney e Billy Crudup mostra o reencontro de um filho com o pai, que sempre foi um grande contador de histórias e que, doente, resolve relembrar sua própria trajetória de vida, inclusive sua passagem por um circo. Para o filho, o difícil é saber o que é verdade ou apenas imaginação (Netflix).

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‘Rei do show’

É uma versão romantizada —e musical —da trajetória de P.T. Barnum (1810-1890), americano que fez fortuna apresentando um show que misturava elementos de circo com bizarrices. Hugh Jackman vive o papel principal na obra (2017) de Michael Gracey, que também tem Zack Efron e Michelle Willians no elenco. (Disney+)

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História Real. Chocolate, con Omar Sy, conta trajetória do primeiro artista de circo negro da França /

‘Chocolate’

O filme francês (2015) de Roschdy Zem conta a história real do cubano Rafael Padilla, conhecido como Chocolate(Omar Sy), ex-escravo e primeiro artista de circo negro na França da Belle Époque. (Telecineplay)

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‘O maior espetáculo da terra’

Dirigido por Cecil B. DeMille e vencedor do Oscar de melhor filme e de melhor roteiro no Oscar, em 19533, traz Charlton Heston como Brad , um dono de circo que vira rival do acrobata internacional Sebastian (Cornel Wilde) na disputa pelo coração da trapezista Holly (Betty Hutton). (Oldflix)

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Neorrealista. “A estrada da vida”, de Fellini, ganhou Oscar de melhor filme estranjeiro

‘A estrada da vida’

Federico Fellini ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro com o longa (1954) estrelado por sua companheira Giullietta Masina, que interpretata Gelsomina (Giulietta Masina), uma jovem que é vendida pela mãe para um artista itinerante (Anthony Quinn). (Looke)

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Oficinas on-line “Circo para Vida Cotidiana”, do Circo Zanni.

O projeto “Circo para Vida Cotidiana” é mais uma iniciativa cultural contemplada pelo Edital de Premiação Benedito Pereira de Castro – Seu Dito da Congada, lançado pela Secretaria de Cultura e Lazer com recursos da Lei Federal Aldir Blanc, informa o JD – Jornal Digital da Região Oeste. 

As aulas serão transmitidas pelo Aplicativo Zoom e os participantes com inscrições confirmadas receberão o link por e-mail.

As oficinas acontecerão entre os meses de março e abril e têm como objetivo levar os saberes circenses para dentro da casa das pessoas. Elas são voltadas para diferentes grupos, com oportunidade para a família toda e que dispensam conhecimento prévio sobre a arte circense.

Serviço

Oficinas “Circo para a Vida Cotidiana”

Link de inscrição https://flow.page/circozanni (até 13/03)

As aulas serão transmitidas pelo Aplicativo Zoom

Informações: circozanni@gmail.com

Vagas Limitadas

Oficinas:

1- Circo em Família

Descrição: Prática Circense para a família. Pais, mães e filhos poderão juntos experimentar as habilidades circenses com aulas introdutórias de acrobacia (Bel Mucci), equilíbrio (Maíra Campos), Entradas clássicas de palhaço (Fernando Sampaio) e malabarismo e manipulação de objetos (Pablo Nordio).

Datas: 20/03, 27/03, 03/04 e 10/04

Sábados, das 10h às 11h

2 – Introdução ao Circo para crianças de 7 a 12 anos

Descrição: Um conjunto de práticas lúdicas e corporais de introdução às habilidades circenses: Equilíbrio (Maíra Campos), Malabarismo e Manipulação de objetos (Pablo Nordio), Acrobacia (Bel Mucci) e Maquiagem (Erica Stoppel).

Datas: 22/03, 24/03, 29/03 e 31/03

Segundas e Quartas, das 10h às 11h

3 – Introdução ao circo para jovens de 13 a 16 anos

Descrição: Jogos Criativos (Marcelo Lujan), O desbloqueio da Criatividade (Daniela Rocha-Rosa), Corpo em equilíbrio (Maíra Campos), Malabares e Manipulação de Objetos (Pablo Nordio).

Datas: 19/03, 25/03, 02/04 e 09/04

Sextas, das 16h às 17h

4 – Circo para todos (a partir de 16 anos) – Grupos 1 e 2

Descrição: Um conjunto diversificado de vivências que proporcionarão aos participantes uma panorama sobre os saberes circenses, através da perspectiva dos artistas do Circo Zanni. Gestão do Humor (Marcelo Lujan), Acrobacia Cômica (Fernando Sampaio), Aéreo Ioga (Bel Mucci), Corpo em Equilíbrio (Maíra Campos), Montagem e ancoragem de pontos aéreos (Pablo Nordio), Criação e Conhecimento (Erica Stoppel), A Construção da personagem e Caracterização (Dani Rocha), Como ficar de ponta cabeça (Bel Mucci), Preparação corporal para técnicas de aéreo (Erica Stoppel).

Grupo 1: Datas: 15/03, 17/03, 22/03, 24/03, 29/03, 31/03, 05/04, 07/04 e 12/04

Segundas e Quartas, das 17h às 18h

Grupo 2: Datas: 16/03, 18/03, 23/03, 25/03, 30/03, 01/04, 06/04, 08/04 e 13/04.

Terças e quintas, das 18h às 19h

Estadão mostra um roteiro de praças para curtir com as crianças em São Paulo

Vanessa W. Sikilnik / Borai.ai, O Estado de S. Paulo

São raras as crianças que ainda têm o privilégio de brincar na rua. Por isso, as praças, especialmente em uma cidade grande como São Paulo, fazem toda a diferença na vida dos pequenos. Em tempos de pandemia, esses espaços ao ar livre ganharam ainda mais importância como uma alternativa para um passeio rápido – desde que todos os protocolos de segurança sejam respeitados. Nossa cidade esconde dezenas de praças deliciosas para brincar, correr e se sujar. Listamos algumas sugestões e você pode conferir outras em nosso site (www.bora.ai).

Jardim Europa: Praça Gastão Vidigal e Cel. Pires de Andrade; Jardim Paulista: Praça Adolpho Bloch; Vila Madalena: Praça das Corujas; Brooklin: Praça Nunes Antonio de Siqueira (Rua Nebraska); Pinheiros: Praça Horácio Sabino; Barra FundaJardim das Perdizes (fechada na fase vermelha); Vila Nova Conceição: Praça Pereira Coutinho; Santana: Praça do Mirante; Morumbi: Praça Vinícius de Morais no Morumbi; Mooca: Praça Visconde de Sousa Fontes.

Opções é o que não faltam. Agora é só se proteger, pegar a garotada e correr pra diversão! Mas, claro, fique atento: algumas das praças estão com os parquinhos interditados. Entre nos respectivos sites para encontrar mais informações e checar os endereços. Leve álcool em gel, lenço umedecido e garrafinha de água para as crianças. Limpe as superfícies dos brinquedos e bancos e higienize as mãos com frequência.

Ah, as praças são conservadas pelos moradores e associações de bairro. Descubra uma praça próxima de sua casa e contribua!

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Mostra de Repertório da cia. Viradalata

Para ver os cinco espetáculos da Mostra de Repertório da cia. Viradalata (Coquetel de Fadas, Os 3 mosqueteiros, Viralatas – O Musical, História do Brasil e Medinho Medão), de segunda a sexta, em janeiro, acesse o canal Youtube da cia. Viradalata, sempre às 16 horas. Para ver os espetáculos clique aqui..

A Mostra de Repertório da cia. Viradalata foi possível graças ao apoio da Lei Aldir Blanc na cidade de São Paulo, da Secretaria Municiapal de Cultura/Prefeitura de São Paulo e do Governo Federal

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Panis & Circus pega carona no vídeo poético da Palhaça Rubra e deseja um Feliz Natal para o respeitável público. Veja o vídeo. Você vai se emocionar!

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Cena de Ovo, espetáculo do Soleil / Divulgação

Cirque du Soleil sai de recuperação judicial após novo acordo com os credores

REUTERS – O grupo canadense Cirque du Soleil anunciou na terça-feira (24/11/2020) que saiu da recuperação judicial, após a pandemia de Covid-19 forçar o famoso circo a cancelar seus espetáculos e demitir seus artistas no início do ano.

O circo, que atingiu reconhecimento mundial após surgir de uma trupe de artistas de rua nos anos 1980, cortou cerca de 95% de sua força de trabalho de 4.000 pessoas e suspendeu todas as suas apresentações por causa da pandemia.

Após um pedido de recuperação judicial apresentado em junho, o circo chegou em seguida a um novo acordo de compra com credores.

Um grupo de credores, liderado pelo Catalyst Capital Group, havia feito uma proposta para tomar o controle do grupo circense em julho, substituindo um acordo com os acionistas do Cirque du Soleil que incluía financiamento da dívida por meio de um órgão governamental da província canadense de Quebec.

Como parte do acordo com os credores, o Cirque du Soleil anunciou que iria acrescentar o ex-CEO da MGM Resorts, Jim Murren, e Gabriel de Alba, um dos sócios do Catalyst Capital Group, ao seu conselho.

Daniel Lamarre continua como o presidente do grupo e a empresa manterá sua sede em Montreal.

Veja os espetáculos do Cirque du Soleil acessando www.cirquedusoleil.com e descubra o Cirque Connect

Espetáculo Ka do Soleil/Divulgação

Zanni e suas apresentações online

O Circo Zanni informa que chegou a hora de relembrar os melhores momentos do Projeto Zanni Segue que produziu 3 (três) Pílulas Artísticas – vídeos curtos com os núcleos de acrobacia, aéreos e palhaçaria- ; 1 (um) número musical em audiovisual e dois vídeos espetáculos.

Segundo o Zanni, tratou-se de “um mergulho nas novas possibilidades de construção de linguagem e um resgate do acervo e memória do grupo, o que permitiu trazer a presença de Domingos Montagner e minimizar um pouco da saudade da energia pulsante que ele traduzia como mestre de cerimônias do Circo Zanni.”

Para revisitar o Projeto Zanni Segue acesse o Facebook do Zanni, na próxima quarta-feira, 4/11, às 18 horas, e veja as ações de uma trupe incansável no amor ao circo e ao público e que ajudaram a enfrentar esse tempo de isolamento.

Museus, cinema, teatros, casas de show e bibliotecas reabrem em São Paulo

A capital paulista chegou à fase verde do Plano SP. A mudança foi anunciada pelo governador João Doria (PSDB) em entrevista coletiva nesta sexta-feira (9). Isso significa que, a partir deste sábado (10), museus, teatros, casas de show, bibliotecas e galerias podem reabrir suas portas, informa a Folha de S.Paulo.

Mas a vida cultural paulistana ainda deve demorar a voltar ao normal. Isso porque os espaços culturais devem seguir uma série de protocolos já assinados pelo prefeito de São Paulo. A mudança vale até 16 de novembro, quando será feita uma nova requalificação.

Até agora, não se tem informação sobre a programação dos circos.

De acordo com a Folha, “a obrigatoriedade do uso de máscaras, rotinas de conscientização e educação dos funcionários, desinfecção dos espaços, medição de temperatura dos visitantes, triagem rápida de colaboradores para identificar possíveis casos, distanciamento social, ocupação de 60% da capacidade máxima —tudo isso passa a fazer parte do dia a dia da cultura.

Por ora, eventos só serão permitidos se contarem com, no máximo, 600 pessoas —exceto se conseguirem autorização especial da Secretaria Municipal de Licenciamento. Eventos com mais de 2.000 pessoas ficam proibidos em quaisquer circunstâncias —festas, boates, grandes shows com público em pé e outras atividades que gerem aglomeração continuam proibidas.”

Nos teatros, os espectadores deverão ocupar assentos de forma intercalada, deixando dois lugares livres entre as pessoas. Se o local de espetáculo for ocupado por mesas, as cadeiras deverão ter distância de um metro entre si.

Coisa parecida acontecerá com os cinemas, que terão funcionamento limitado a oito horas e a obrigatoriedade de um metro e meio de distância dentro e fora das salas, o que também interdita algumas poltronas dentro das salas. Os espaços devem se empenhar para evitar que filas se formem.

Para Frederico Eckschimidt, epidemiologista pela Faculdade de Medicina da USP, os níveis da doença em São Paulo justificam a progressão para a fase verde, mas não se pode esquecer que ela ainda existe. “Vários lugares que abriram acabaram voltando atrás porque as pessoas acabam se descuidando. O que tem que ficar claro é que o problema não acabou e os cuidados têm que ser mantidos. O que muda é a organização dos serviços, mas quem puder ficar em casa deve ficar”, diz.

O QUE ABRE EM SÃO PAULO

As unidades do Sesc na capital paulista reabrirão primeiro suas exposições. A partir de quinta (15), o Sesc Bom Retiro abre a exposição “Caipirismo – José Antônio da Silva e Jocelino Soares”. Na outra semana, no dia 20, o Sesc Pompeia abre “Farsa – Língua, Fratura, Ficção: Brasil – Portugal” e “Kader Attia – Irreparáveis Reparos”, informa a Folha.

Mas ainda que possam, nem todos os espaços culturais pretendem reabrir imediatamente. “O fato de ter a liberação não significa que a gente já possa imediatamente reabrir”, diz Danilo dos Santos Miranda, diretor do Sesc São Paulo. Os teatros e salas de cinema da instituição ainda devem demorar para reabrir.

“De um lado a gente quer abrir tudo o mais rápido possível. Por outro lado, temos que ter os cuidados necessários para dar garantia de segurança a todos os usuários”, diz o diretor.

Museus e centro culturais

O Masp, o Centro Cultural Fiesp, o Itaú Cultural, o MAM (Museu de Arte Moderna), o Instituto Moreira Salles Paulista, o Instituto de Arte Contemporânea (IAC), o Memorial da América Latina reabrem na terça (13).

A Casa das Rosas reabre na quarta (14).

O Museu do Futebol e a Pinacoteca incluindo as unidades Luz, Estação Pinacoteca e o Memorial da Resistência de São Paulo abrirá as portas na quinta (15).

O Museu da Casa Brasileira reabre na sexta (16).

O Museu Afro Brasil reabre no dia 20 de outubro, com as exposições “Heranças de um Brasil Profundo” e “150 anos do poema Navio Negreiro”.

Cinemas

O cinema Petra Belas Artes e o Espaço Itaú de Cinema reabrem no sábado (10).

Teatros

O Teatro Bibi Ferreira retomará as atividades na próxima semana, no sábado (17), com espetáculos infantis.

Em meio a uma crise envolvendo sua entidade gestora, o Theatro Municipal cancelou todas as suas apresentações de 2020.

Já a Sala São Paulo reabre na quinta (15), com apresentações da Temporada Osesp, que terão duas sessões no mesmo dia —quintas e sextas às 19h e 21h15, sábados às 15h15 e 17h30.

Casas de shows

Entre as casas de shows, confirmaram abertura na fase verde a Audio, o Espaço das Américas, que pretende inaugurar uma série com a plateia organizada por mesas, o Tom Brasil, que deve reabrir na primeira quinzena de novembro, e o Blue Note, que tem o retorno dos shows previsto para 15 de novembro —com programação de shows já definida até dezembro.

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