Arte em Movimento

Participe dos debates sobre CIRCOS

 

Veja a programação por ordem dos dias:

 

Laboratório: (Dis)Parem as máquinas! – fundamentos e práticas de crítica circense

Maria Carolina Oliveira

O que significa fazer uma crítica? Onde o espetáculo se insere, do ponto de vista estético, técnico, político e histórico? Como ele dialoga com a sociedade? Estas perguntas norteiam o workshop, que tem como objetivo levantar questões e ajudar a formar olhares críticos familiarizados com a linguagem circense, especialidade pouco desenvolvida no contexto brasileiro. Conduzida por Maria Carolina Oliveira, a atividade inclui contextualização da produção circense contemporânea dentro de um panorama histórico, exposição de conceitos que definem a crítica de uma obra de arte e, por fim, um exercício de escrita de quatro resenhas críticas de espetáculos do festival. Os textos serão escritos individualmente e debatidos coletivamente.

Maria Carolina Vasconcelos Oliveira é artista circense e socióloga. Tem mestrado e doutorado em sociologia pela FFLCH-USP e é pesquisadora do circo contemporâneo.

Dias 12, 13, 14, 17 e 18, das 10h às 13h – Centro de Pesquisa e Formação –

Destinado a jornalistas, estudantes de comunicação e artistas. É necessário fazer inscrição prévia

R$ 20 / R$ 10 (meia entrada) / R$ 6 (credencial plena)

 

 

Laboratório: Da ancoragem à prestação de contas – as particularidades da produção de circo na contemporaneidade

Gisele Tressi

Antes de um espetáculo ser apresentado ao público, há um longo percurso a percorrer, que passa pelo desenvolvimento, ensaios e montagem. Todas essas etapas fazem parte da produção, o foco desta oficina.

Por meio de exercícios práticos, o laboratório aborda os elementos técnicos desse trabalho, da elaboração do projeto, passando pelas funções básicas de produção durante a montagem, até a execução do espetáculo. Como montar um orçamento e sua composição de valores? Qual a documentação necessária? Como se adequar às leis de incentivo? Quais os procedimentos técnicos de segurança e as especificidades para os espetáculos circenses?

A produtora e gestora cultural Gisele Tressi atua na área desde 2009, produzindo espetáculos e eventos, além de trabalhar na elaboração e gestão de projetos.

Dias 12, 13 e 14, das 10h às 13h – Centro de Pesquisa e Formação

Destinado a artistas e produtores iniciantes. É necessário fazer inscrição prévia.

R$ 20 / R$ 10 (meia entrada) / R$ 6 (credencial plena)

 

 

Encontro de Programadores

O circo é uma arte essencialmente coletiva. A inclusão e o respeito pelas diferentes culturas, línguas, dramaturgias e interdisciplinaridade artística vão além dos limites e desafiam cada vez mais seus membros a se aperfeiçoarem constantemente.

Este encontro é um espaço para a troca de ideias, experiências, técnicas e networking entre os participantes do festival – desde os profissionais dos bastidores até os artistas, incluindo pesquisadores, representantes de centros de treinamento, institutos culturais e órgãos públicos do setor, programadores nacionais e estrangeiros e outros interessados ​​em novas perspectivas para a cena mundial do circo.

Dia 17, das 10h às 14h – Centro de Pesquisa e Formação

Grátis.

Inscrições até 07.06 pelo e-mail circos2019@sescsp.org.br. O e-mail deve conter nome, RG, telefone, idade e o nome da atividade no título, bem como carta de intenção e breve currículo. Os selecionados serão informados por e-mail. A inscrição será efetivada somente após e-mail de confirmação enviado pelo Sesc São Paulo.

 

 

Painel: Poéticas do picadeiro – olhares sobre dramaturgias circenses

Erica Stoppel, Leandro Mendoza e Lu Lopes (Palhaça Rubra).

Mediação de Rodrigo Matheus

A dramaturgia circense contemporânea reflete a pluralidade dos processos criativos individuais e coletivos que envolvem a construção de cada obra. Mas como surge a ideia inicial para um espetáculo? Como traduzir ideias, temas e sensações em cena? Quais são os anseios presentes na arte de compor e representar uma história?

Para investigar o que o circo atual tem a dizer para além dos truques e da proeza de seus artistas, diretores e dramaturgos de diferentes origens e formações trocam seus conhecimentos, métodos de trabalho, fundamentos teóricos e experiências práticas em uma mesa aberta.

Dirigida a artistas, pedagogos, pensadores, escritores e interessados em circo em geral, o encontro propõe novas formas de construir narrativas que têm o corpo e o movimento como elementos centrais, enquanto equilibram variantes como intenção, estilo, propostas artísticas, concepções socioculturais, ideológicas e estéticas.

A conversa será mediada por Rodrigo Matheus, instrutor e mestre em artes circenses pela UNESP, fundador e diretor artístico do Circo Mínimo. Rodrigo estudou artes circenses no Circo Escola Picadeiro, em São Paulo, e na escola Fool Time Circus Arts, em Bristol (Inglaterra).

Erica Stoppel é mestre em Artes Cênicas pela Unicamp e cofundadora do Piccolo Circo Teatro de Variedades.

Leandro Mendoza é diretor do espetáculo equatoriano Guadual e do Festival Trapezi, Fira del Circ na Catalunha.

Lu Lopes (Palhaça Rubra) é escritora e diretora de obras circenses e teatrais. Fundadora da Casa de Alta Tecnologia Humana (CATHUM) e do método de criação de obras artísticas fundamentado na Autonomia Criativa.

Dia 18, das 15h às 17h – Sesc Avenida Paulista

Grátis. Sem inscrição prévia

 

 

Painel: Reflexões sobre estéticas do circo contemporâneo

Diana Bloch , Raquel Karro e Roberto Magro

Mediação de Giulia Cooper

A estética circense contemporânea vai além de elementos como figurino, cenário, iluminação, trilha sonora e aparelhos. Sua diversidade é foco dessa mesa, que busca apresentar ao público um panorama do que tem sido produzido mundialmente.

Tendo como base trechos de espetáculos que integram a programação do festival, os convidados debatem sobre as novas formas do fazer circense: da escolha do conceito aos aspectos filosóficos, históricos e dramatúrgicos, passando pelas soluções técnicas e tecnológicas empregadas e a incorporação de outras linguagens artísticas, como o teatro e a dança.

Este painel será mediado por Giulia Cooper, atriz, palhaça, malabarista, produtora e fundadora do grupo de circo-teatro Caravana Tapioca. Roberto Magro é artista, dramaturgo, diretor e fundador da empresa Rital Brocante. Diana Bloch atua no circo desde 2004. Foi integrante da Cia Intrépida Trupe de 2012 a 2014 e da Sarabanda (Itália) em 2014 e 2015. Raquel Karro é atriz, cenógrafa e foi trapezista e bailarina do Cirque du Soleil.

Dia 19, das 15h às 17h – Sesc Avenida Paulista

Grátis. Sem inscrição prévia

 

 

Laboratório: Dramaturgias do Risco – a construção textual de espetáculos circenses

Leandro Mendoza e Erica Stoppel

Este curso aborda o processo de construção narrativa de um espetáculo de circo. A ideia é diferenciar as várias maneiras de enxergar a dramaturgia circense, que pode ser criada através de imagens, por meio da palavra ou mesmo a partir do encadeamento dos conceitos, sensações e mensagens por trás de uma série de truques de circo.

Leandro e Erica detalham seus próprios processos criativos, do ponto de partida da criação até a direção das obras, dão exemplos de narrativas e promovem debates junto aos participantes.

Como se escreve e dirige um espetáculo contemporâneo circense? Quais as diferenças e semelhanças entre as duas atividades?

Leandro Mendoza é diretor do espetáculo equatoriano Guadual e diretor do festival catalão Trapezi, Fira del Circ de Catalunya.

Erica Stoppel é mestra em artes da cena pela Unicamp, professora e cofundadora do Piccolo Circo Teatro de Variedades.

Dias 18 e 19, das 10h às 14h – Sesc Pinheiros

Destinado a estudantes de artes cênicas e artistas iniciantes. É necessário fazer inscrição prévia

Deixe uma resposta

*